Fizeram-me voltar a alguns anos atrás. Fizeram-me perder partes de uma convicção intocável que vinha sendo lapidada desde então. Metralharam uma estátua de gesso e fizeram-me transparecer.
E eu ainda sou humano, só precisava ser lembrado disso.
Um agradecimento de joelhos aos responsáveis por tal ato!
Eis que você está pairando sob uma incessante neblina, tão densa como gélida. E sem que perceba, um par de olhos surge a palmos do seu rosto. A visão não é mais ofuscada, a atenção não é mais desviada e o frio de antes, é afogado por um calor que nem mais se conhecia. Você persegue aqueles olhos desesperadamente, sem saber exatamente que caminho tomar. O motivo da confusão? Você perdeu a confiança e ganhou borboletas no estômago. O motivo da incerteza? Você voltou há ter treze anos e ganhou um leque de gaguejadas.
E mesmo assim ri de tudo, com a leveza de uma alma.
Arrombaram minha porta e jogaram um balde de fascínio em meu peito.
O tempo pede pressa e eu paro pra ouvir o teu silêncio, se ele pedir urgência eu mesmo trato de rasgá-lo ao meio.
Eu não preciso fingir que sou feliz, não é mesmo?
Sinto que posso fazer uma nova poesia a cada vez que cruzo teu olhar. Ou que posso ir até o fim do mundo pra te fazer entender que teu cabelo perfeitamente bagunçado não precisa ser mudado.
Coloram um nome musicado na vida de um musico pessoal, e agora minhas musicas pessoais são direcionadas àquele nome já tão ouvido nos rádios.
Eu não lembro como estava o céu, não lembro por onde guiei aquele carro, muito menos qual foi o repertório musical nesse meio tempo. Só sei que aquele meio tempo foi algo tão inteiro, que sinto estar preso naquelas meias horas até agora. Toquei um sonho ao mesmo tempo em que teus lábios. Agora não quero acordar. Isso tudo soa tão perigoso quanto incerto, mas eu corro os riscos que forem colocados na mesa.
Não consigo imaginar um motivo melhor do que me perder entre os teus dedos.
Fizeram-me voltar a alguns anos atrás, onde os sentimentos eram mais cristalinos e tomavam nossa cabeça da manhã à noite.
Roubaram-me sem pedir minha opinião.
Fizeram-me feliz ouvindo uma voz e sentindo uma presença.
Fizeram-me imaginar venturas, serenata sem canção e lual sem fogueira. Senti uma mágoa passageira, vi um santo dizer não. Escrevi a loucura no papel, derramei algumas lágrimas em vão. Vi sim, ouvi não.
Vi quase tudo o que eu podia ver. Até ver você. E agora eu vou te provar que ao acordar numa manhã de domingo, com a maquiagem borrada da festa da noite anterior, com uma cara de sono e uma camisa amassada, você vai estar linda.
Sim, simples assim.
E eu ainda sou humano, só precisava ser lembrado disso.
Um agradecimento de joelhos aos responsáveis por tal ato!
Eis que você está pairando sob uma incessante neblina, tão densa como gélida. E sem que perceba, um par de olhos surge a palmos do seu rosto. A visão não é mais ofuscada, a atenção não é mais desviada e o frio de antes, é afogado por um calor que nem mais se conhecia. Você persegue aqueles olhos desesperadamente, sem saber exatamente que caminho tomar. O motivo da confusão? Você perdeu a confiança e ganhou borboletas no estômago. O motivo da incerteza? Você voltou há ter treze anos e ganhou um leque de gaguejadas.
E mesmo assim ri de tudo, com a leveza de uma alma.
Arrombaram minha porta e jogaram um balde de fascínio em meu peito.
O tempo pede pressa e eu paro pra ouvir o teu silêncio, se ele pedir urgência eu mesmo trato de rasgá-lo ao meio.
Eu não preciso fingir que sou feliz, não é mesmo?
Sinto que posso fazer uma nova poesia a cada vez que cruzo teu olhar. Ou que posso ir até o fim do mundo pra te fazer entender que teu cabelo perfeitamente bagunçado não precisa ser mudado.
Coloram um nome musicado na vida de um musico pessoal, e agora minhas musicas pessoais são direcionadas àquele nome já tão ouvido nos rádios.
Eu não lembro como estava o céu, não lembro por onde guiei aquele carro, muito menos qual foi o repertório musical nesse meio tempo. Só sei que aquele meio tempo foi algo tão inteiro, que sinto estar preso naquelas meias horas até agora. Toquei um sonho ao mesmo tempo em que teus lábios. Agora não quero acordar. Isso tudo soa tão perigoso quanto incerto, mas eu corro os riscos que forem colocados na mesa.
Não consigo imaginar um motivo melhor do que me perder entre os teus dedos.
Fizeram-me voltar a alguns anos atrás, onde os sentimentos eram mais cristalinos e tomavam nossa cabeça da manhã à noite.
Roubaram-me sem pedir minha opinião.
Fizeram-me feliz ouvindo uma voz e sentindo uma presença.
Fizeram-me imaginar venturas, serenata sem canção e lual sem fogueira. Senti uma mágoa passageira, vi um santo dizer não. Escrevi a loucura no papel, derramei algumas lágrimas em vão. Vi sim, ouvi não.
Vi quase tudo o que eu podia ver. Até ver você. E agora eu vou te provar que ao acordar numa manhã de domingo, com a maquiagem borrada da festa da noite anterior, com uma cara de sono e uma camisa amassada, você vai estar linda.
Sim, simples assim.
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