Sei que a hora é dela e ninguém mais tem o dever de se importar.
Mas nessa fase a gente perde, faz de tudo pra evitar.
Que os danos que fiz sejam pagos por ela também.
E se for mesmo assim, eu assumo, isso é justo.
Deve haver algum engano aqui.
Vai, deixa ela ser quem ela quer.
Abre essa porta, deixa ela entrar.
Nós dois sabemos como é ser preso com horários.
Ou paredes que separam o que não devemos nunca separar.
É, deve haver algum engano aqui!
Eu realmente espero que um dia inventem uma máquina ou teoria
capaz de medir o desperdício de nós dois.
Cuida bem dos diálogos que foram reprisados.
Eles não pode ser usados dessa vez.
O roteiro a gente já sabe de cor.
Qualquer um de nós que escreve, acaba fazendo pior.
E sem legendas ou qualquer direção.
Seguimos em frente de olhos fechados.
Sabotando os termos dos finais felizes.
E esse teu pessimismo, pra mim, é mais que fé.
Mas o que é bom, a vida dá, pra depois poder tirar.
E morrer de rir ao ver que você não tem mais.
Pra depois indicar os sinais de que ele não foi capaz.
De compreender o que ela queria.
Como um romance ideal, ou os premiados da vez.
O pesadelo do óbvio na vida!
Vai dizer que o mundo e o agora.
Não se parecem com um esboço do que já foram?
Nós dois sabemos muito bem, que fomos feitos um pro outro.
Mas existem outros seis bilhões também.
Linha a linha eu reli o contrato.
Refiz todos os cálculos e sim, você tem razão..
Mas nessa fase a gente perde, faz de tudo pra evitar.
Que os danos que fiz sejam pagos por ela também.
E se for mesmo assim, eu assumo, isso é justo.
Deve haver algum engano aqui.
Vai, deixa ela ser quem ela quer.
Abre essa porta, deixa ela entrar.
Nós dois sabemos como é ser preso com horários.
Ou paredes que separam o que não devemos nunca separar.
É, deve haver algum engano aqui!
Eu realmente espero que um dia inventem uma máquina ou teoria
capaz de medir o desperdício de nós dois.
Cuida bem dos diálogos que foram reprisados.
Eles não pode ser usados dessa vez.
O roteiro a gente já sabe de cor.
Qualquer um de nós que escreve, acaba fazendo pior.
E sem legendas ou qualquer direção.
Seguimos em frente de olhos fechados.
Sabotando os termos dos finais felizes.
E esse teu pessimismo, pra mim, é mais que fé.
Mas o que é bom, a vida dá, pra depois poder tirar.
E morrer de rir ao ver que você não tem mais.
Pra depois indicar os sinais de que ele não foi capaz.
De compreender o que ela queria.
Como um romance ideal, ou os premiados da vez.
O pesadelo do óbvio na vida!
Vai dizer que o mundo e o agora.
Não se parecem com um esboço do que já foram?
Nós dois sabemos muito bem, que fomos feitos um pro outro.
Mas existem outros seis bilhões também.
Linha a linha eu reli o contrato.
Refiz todos os cálculos e sim, você tem razão..
Nenhum comentário:
Postar um comentário